Português é o Diferencial! Prepare-se com a Professora Juliana Gouvêa e tenha ótimos resultados!

Ligue já e inscreva-se!
(31) 3293-4290

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

NOVIDADES REFERENTE A LINGUAGEM COLOQUIAL VERSUS A LINGUAGEM FORMAL


 
PRECONCEITO LINGUÍSTICO.

O caso dos abundantes se dá quando popularizam-se diferentes formas verbais, criando conjuguações duplas para uma mesma pessoa, tempo, número ou modo verbal: é o caso de imprimido e impresso. 

A VELHA SABEDORIA POPULAR:
IMPRESSO OU IMPRIMIDO? 

            As vezes, verbos diferentes, ou pelo menos com empregos diversos, se utilizam do mesmo particípio. É o caso do verbo imprimir, que pode ser usado com o sentido de reprodução de caracteres ou de aplicar (imprimir velocidade a um carro, por exemplo).
             Como resolver um problema desses? O ideal é "Eu tinha imprimido  farto material escrito" ou "Eu tinha impresso farto material escrito"? O povo, espontaneamente, vai dando solução. Vem optando por ficar com impresso, esse particípio irregular, para a impressão de material escrito ou gravado e com imprimido, particípio regular, com o segundo sentido, de aplicar velocidade: "Ele tinha imprimido mais velocidade ao carro e aos poucos se aproximava dos da frente "e" Eu tinha impresso farto material escolar!".
             O povo acaba resolvendo a seu jeito esse tipo de problema. Quem ainda usa cozer, que se confundia na pronúncia com coser? Resultado da homofonia: os dois verbos praticamente estão mortos, o primeiro substituído por cozinhar, e o segundo por costurar. Pronto, desfeita a confusão. Com a indefinição de poço e poça também se resolveu: o de profundidade, vertical, portanto, é poço; o de superfície, horizontal, é poça. E assim vai: copo é para beber;  copa é onde se bebe ou come, etc. Sapiência popular.

                                   CONSIDERAÇÕES FINAIS
DEVEMOS ADQUIRIR, UMA NOVA VISÃO EM RELAÇÃO A LÍNGUA PORTUGUESA, SABENDO USÁ-LA E INTERPRETÁ-LA; DE ACORDO COM AS CIRCUNSTÂNCIAS ORAIS E ESCRITAS: RESPEITANDO A GRAMÁTICA E SEMPRE REATIVANDO O ENSINO DA NOSSA LÍNGUA; GRAMÁTICA REFLEXIVA.

domingo, 25 de agosto de 2013

DÚVIDA NA HORA DE FALAR - Gabarito

GABARITO DA ÚLTIMA POSTAGEM:
1- pelo
2- pelo
3- por
4- por
5- com a
6- pelos
7-
a
8- ao
9- à
10- aos 





Ainda restaram dúvidas? Entre em contato com a Professora Juliana Gouvêa e marque seu horário!

terça-feira, 20 de agosto de 2013

DÚVIDA NA HORA DE FALAR



ANTIPATIA PELO CHEFE, COM O CHEFE, AO CHEFE OU DO CHEFE? 
DEIXAI VIR A MIM (OU VIREM A MIM?) AS CRIANCINHAS. 


                Desafio 
                            NÃO SÓ GRAMÁTICA 
    1) Exercite o seu português completando as lacunas com as partículas indicadas entre parênteses

1) Este livro foi escrito por um aficionado ................... futebol. (com o, do, pelo, ao)
2) O livro conta o retorno do Brasil .............................. ápice do futebol mundial ( ao, com, pelo)
3) Nota-se a aversão ....................................................... exercícios físicos em todas as camadas da população ( por, com, a)
4) Quando Darwin tinha dez anos, ele já era ávido............ conhecimentos (de, por, em, com).
5) Ele trabalha em uma sala contígua.................................. minha (com a, da, à ).
6) O dono do hotel mostrou-se hostil ................................ convidados (aos, com, pelos)
7) A escritora demonstrou ser avessa ............................... demonstrações de carinho (com, a, por)
8) Tais caracteristicas são inerentes .............................. ser humano ( com o, ao, pelo)
9) A passagem de pedestres foi construída rente .............. linha de trem (com a , à )
10) Admiro os comissários de bordo , pois eles são sempre solícitos .......... passageiros (com os, aos, pelos ) . 

            CONSIDERAÇÕES FINAIS: PORQUE LÍNGUA, FORÇOSO REPETIR, NÃO É SÓ GRAMÁTICA. É INTERAÇÃO, E É PROTESTO DE RUA; É FALAR E OUVIR, ESCREVER E LER, MAS TAMBÉM INTRIGA E LUTA, CERTEZA E DRIBLE, INTELIGÊNCIA E INCONSCIÊNCIA, DELICADEZA E MÁGOA, PRAZER E CUMPLICIDADE. A CULPA DE ELA SE TORNAR MENOS DO QUE É ( SER "SÓ GRAMÁTICA" ) É APENAS NOSSA.



AGUARDEM, ESTA SEMANA SAI O GABARITO.

SE PREPAREM COM A PROFESSORA JULIANA GOUVÊA!!

domingo, 11 de agosto de 2013

A importância da fala na linguagem



 "A fala é o dia a dia do falante, com menor preocupação gramatical e maior ênfase e sentidos, que guiam a comunicação" 

 Confusão e insegurança na pronúncia (a interferência da oralidade na escrita) / O grande desafio da Língua Portuguesa em relação a escrita e a Língua falada envolvendo a sociedade, ou seja, sociolínguistica.  

        Talvez o medo de errar a pronúncia de verbos ainda não defectivos seja um desses fortes fatores transformadores. Veja, como a oralidade interfere na escrita, "eu não compito com ele abertamente",  de maneira que muita gente reluta para dizer isso", achando que, se o verbo é competir, por que teria essa forma compito? Mas nessa mesma linha não vejo ninguém com receio de dizer "eu não confiro dados de banco "! Ora, confiro é formas do verbo conferir, ou seja, convivemos bem com uma forma consagrada e tememos a forma menos usual. Assim, se as pessoas vão deixando de empregar os verbos por esse tipo de medo, a tendência deles é ficar com defeito. 
        Peguemos o verbo polir. Ainda que seja um verbo sem defeito, a primeira pessoa do presente do indicativo é pulo, mas corre-se o risco de confundir com a forma pulo do verbo pular. Numa frase como "eu pulo meu carro uma vez por mês", o que será que o interlocutor ou leitor entenderá? Acaba ficando ambígua, apesar da dificuldade evidente e aparente de se pular um carro. O mais lógico aqui seria polir. Por achar que essa confusão é insuperável, vai-se deixando de usar essa forma do verbo polir e ela simplesmente morre, transformando-o num defectivo, o que ocorrerá brevemente . 
          
                Considerações finais: Gramática nunca mais / Veja o exemplo  

                                          Variações de registro - oralidade e escrita 

    Segundo Marcuschi ," A oralidade seria uma prática social interativa para fins comunicativos que se apresenta sob variadas formas e gêneros textuais" 
                            Veja , então, aqui o trecho da entrevista, num bate papo informal. 

    P: Como é o dia a dia na vida de vocês aqui na comunidade ?
    E1:Ah! Nóis levanta cedo pra ir da iscola
    E2: Também nóis ajuda nossos pais, joga bola solta pipa .
    P: Vocês nasceram aqui na comunidade, vocês gostam daqui? 
    E1: Opa! Aqui é nossa vida, aqui todo mundo conhece todo mundo. 
    E2: Ali na esquina, tem um sapatero que é meu tio, ele é muito manero, o senhor conhece ele? 
    P: Não! Por que você diz que seu tio é muito maneiro? 
    E2: Ah! Porque ele é divertido, é brincalhão, zua todo mundo, é legal!
    P: Então! O que vocês esperam do futuro? 
    E1: Eu quero istuda e fazê faculdade, quero sê adevogado.
    E2: Ah! Eu num sei ainda o que eu quero não! 
Eu trabalho de pegá caxa de papelão na rua, sabe!

      OBSERVAÇÕES A SEREM CONSIDERADAS. 
Pôde-se observar nesta pesquisa o registro de algumas palavras na escrita, a expectativa, devido ao tempo de escolarização desses informantes, seria um maior número de acertos quanto a fala, mas o que pôde-se observar é que os erros não eram esperados, pois ocorreu informações que esses informantes eram letrados, apesar dos "erros". 
 Entende-se, então, que o comportamento das semivogais altas glides/i/ e /u/ tanto na "ditongação" e "monotongação"e, sobretudo na fala, é considerado normal em algumas regiões, comunidades e nível social.

     NÃO SÓ ATUALIZE MAS APRIMORE SEU PORTUGUÊS CADA VEZ MAIS NO CURSO JULIANA ROCHA GOUVÊA.

sábado, 3 de agosto de 2013

Os tijolos das palavras


    

As palavras lexicais são carregadas de significados enquanto as gramaticais são "vazias" mas são a base da formação das frases e textos. 
       
GRAMATICALIZAÇÃO 
RELAÇÕES LINGUISTICAS 


        A gramaticalização tem seu papel primordial no processo da mudança linguistica: assim como as erupções vulcânicas, os maremotos, os terremotos abalam e redesenham a face da terra, 
a gramaticalização também contribui para extinção de "espécies" gramaticais e, ao mesmo tempo, para o surgimento de novas. Os principais agentes da gramaticalização são: a metáfora, a metonímia, a analogia, a reanálise sintática , a recategorização, a relação icônica etc...

        Veja o exemplo / teste em que nível esta seu português.

    Na frase "Há três anos (que) não o vejo", "há" é verbo ou preposição? De um lado, "há" permite flexão de tempo ("Havia três anos que não o via") e comuta com "faz"; de outro, comuta com preposições; "Não o tenho visto por três anos", "De três anos para cá não o vejo". (Em italiano e alemão, a mesma construção utiliza respectivamente as preposições da e seit, "desde": Da tre anni non lo vedo, Seit drei Jahren habe ich ihn nicht gesehen.) Se "há" é verbo, então o período é composto por subordinação, em que "há três anos" é a oração principal e "que não o vejo" é a subordinada. Mas também é possível considerar que o período é simples e que "há três anos" é adjunto adverbial de tempo; logo, "há" seria uma preposição? 
              
         ALDO BIZZOCCHI é doutor em linguística pela USP e AUTOR DE LÉXICO E IDEOLOGIA NA EUROPA OCIDENTAL (Annablume)

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Aspectos linguísticos / Código e Símbolos (signos visuais)

O homem desenvolveu seus sistemas simbólicos para utilizá-los em situações específicas de interlocução . A necessidade de criar dispositivos que permitissem o diálogo em momentos e / ou lugares distintos levou à adoção universal de alguns desses sistemas . Considerando que a interpretação de textos codificados depende da sincronia entre o emissor e o receptor . "Do universal ao secreto " 


Dicotomia / Diferenças entre a oralidade x escrita
                                              



A linguagem humana pode ter tido origem nos gestos, e não na fala.
    
Fim de noite. Com aquela generosidade que só o chope concede, você anuncia: "Hoje sou eu que pago". O garçom está entregando um prato de fritas no outro lado do salão. Você acena para ele e em seguida sinaliza com a mão no ar, com quem escreve com uma caneta imaginária. O garçom responde com um aceno de cabeça e o polegar para cima e segue rumo ao caixa. Estamos todos entendidos: você acaba de pedir a conta. É um exemplo comum de como os gestos podem substituir a fala. Na história do gênero humano, porém, pode ter acontecido o contrário. No livro Da Mão para a Boca-As Origens da Linguagem, Michael C.Corballis, Professor de psicologia e ciências cognitivas da Universidade Auckland, Nova Zelândia, afirma que o ser humano começou a falar com as mãos, visto que existe a linguagem do surdo e mudo.

Quer uma linguagem mais interativa do que essa?!


Vocês conseguem dar outros exemplos como o citado no texto? Aguardamos sua resposta!

quarta-feira, 10 de julho de 2013

As marcas da oralidade estão presentes em todas as classes sociais?





Presenciamos  esse fato "a manifestação nas ruas".
Sim. Depende do quê o falante propõe. A proposta seria uma prática social interativa para fins comunicativos que se apresenta sob variadas formas ou gêneros textuais baseados na realidade sonora; ela vai desde uma realização mais informal à mais formal nos mais variados contextos de uso.  
    
VEJA ATRAVÉS DESSE ARTIGO TIRADO DO JORNAL HOJE EM DIA / BELO HORIZONTE 22 A 28 DE JUNHO DE 2013. 

O poder da palavra (a linguagem metáforica)

E agora, José? 

"Antiglobalização? Anticorporações? Antimilitarismo? Pois não. Mas pró o quê, exatamente?" O questionamento do jornalista e mestrando em ciência política Bruno Torturra Nogueira em artigo na revista "Trip" de abril deste ano representa bem a falta de entendimento tanto da sociedade quanto de governantes e mídia frente à manifestações que explodem no Brasil desde a semana passada...



Um trecho retirado do jornal hoje em dia 

OBSERVAÇÃO: Quando nos comunicamos, usamos  variadas linguagens, porém existe uma que é reconhecidamente privilegiada por sua capacidade muito prática de comunicação: a imagética (visual); e a metáfora é a interpretação textual (a comunicação, ou seja,o diálogo entre o falante e o leitor, que é por sua vez, um mero observador do texto (o crítico). Um provérbio muito conhecido diz: "Uma imagem vale mil palavras". Esse provérbio não é encontrado no texto que foi retirado como exemplo, porém a figura de linguagem usada neste provérbio é o mesmo "a metáfora" / E agora, José?


Agora é com você! Interprete qual é o seu significado textual?